"O mais corajoso dos atos ainda é pensar com a própria cabeça"

06/07/2016

Então apague, tudo aquilo que não valeu a pena. Quem mentiu, quem enganou o teu coração, quem teve inveja, quem tentou te destruir, quem usou máscaras, quem te magoou, quem te usou e nunca chegou a saber quem realmente tu és.
Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém a falar por perto. Sou chata, não gosto de dividir a casa de banho com ninguém, preciso do meu espaço. Sou organizada, então ninguém pode tocar nas minhas coisas. Preciso da solidão para ler, para olhar para o teto, para tirar uma simples ponta dupla do cabelo, para fazer as unhas, para pensar em tudo, para fazer nada. Preciso da solidão para ser eu mesma. Para fazer alongamentos, rir de mim, chorar comigo.

05/07/2016

Estava para aqui a pensar e a verdade é que nós funcionamos como uma espécie de telemóvel. Muitas vezes acabamos perdidos em lugares, tem horas que nós somos jogados no chão sem perceber. Momentos que a bateria está cheia e as forças todas recompostas e tem outros em que a bateria está apitando, implorando por uma recarga. Chega um tempo em que nós perdemos a graça, as pessoas "enjoam" e fazem nos sair da "moda" da vida delas. E no meio dessa vida difícil de "telemóvel", chega aqueles dias em que tudo que nós mais queremos é ficar desligados, sem receber chamadas, mensagens ou ter que ouvir o despertador apitar.

02/07/2016

Gosto de ficar sozinha. Não sou “antissocial”, muito menos odeio as pessoas, eu apenas combino comigo mesma. Sem contar que sempre gostei da minha “solidão”, da minha "bagunça", do meu quarto vazio. Por mais estranho que isso seja, faz me um bem enorme.

01/07/2016

Lá no fundo sinto me egoísta mesmo. A menina que sempre disse que ninguém é de ninguém, agora admite que não gosta de te dividir com ninguém, engraçado não? Não gosto de te dividir com ninguém, não te empresto, nem se quer por um dia. Não te vendo, nem te perco, sabes porque? Porque tu pertences me, pertences me de longe ou de perto, chorando ou sorrindo, feliz ou triste. 
E em qualquer circunstância nós pertencemos somente um ao outro.