"O mais corajoso dos atos ainda é pensar com a própria cabeça"

17/03/2016

A dor da perda supostamente devia diminuir com o tempo, podia não curar, mas minimizar, conseguir adormecer sem antes chorar. Era suposto, mas não esta acontecer, doí cada vez mais, doí saber que voltamos a ser meros desconhecidos mas agora com memórias , memórias tão boas que até magoam ao saber que já não voltaram. Magoa saber que os papéis se inverteram, que o homem sensível que amei tornou se num homem frio e racional e eu, a menina de "mau feito", agora precisa da sua segurança, do seu amor, da sua compreensão, da sua atenção, preciso que ele volte e me diga "Calma, eu estou aqui e vou te proteger"

Mas não vai acontecer, por mais expectativas que crie, elas acabaram por cair em terra, já não faço parte da vida dele, já não sou merecedora do seu amor, perdi.
De qualquer forma, ele será para sempre um bom capitulo de um livro, do meu livro. E O final, bem, o final só eu sei.

6 comentários:

  1. Ainda é tudo recente querida. Com o tempo- não tão rapidamente - eventualmente acaba por doer menos.

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  2. A vida é mesmo assim...as memórias são tramadas.

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  3. É essa a função do namorado? Proteger? Ou é do pai? Se sim, porque estás à procura do teu pai no teu namorado?
    Fica para pensar e até para rejeitar a ideia ;)
    Beijinhos e coragem

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    1. Ah pronto, desculpa a minha ignorância. Proteger só é uma função do pai pelos vistos. Já fui "pai" muitas vezes então.

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    2. Sim, penso que somos todos pais e mães muitas vezes...demasiadas vezes. Prende-se um pouco às nossas aprendizagens e ao que observámos quando éramos crianças consciente ou inconscientemente... Como diria um amigo meu "somos todos uns estragados" :p

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